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Glossário Golden Broker

Glossário de: A a Y

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Glossário: Letra A

Existem: 37 termos iniciados pela letra “A”
A prazo
Operação que tem vencimento ou liquidação numa data futura. O período que medeia o início da operação e o seu término, designa-se por prazo
À vista
Operação com liquidação imediata. Por exemplo, um acto de compra e venda em que se dá a troca simultânea e imediata de um bem por dinheiro, constitui uma operação à vista. Também se consideram à vista os negócios de compra de títulos em bolsa, não obstante exista um prazo de poucos dias para a sua liquidação financeira
Abaixo do Par
Fala-se que um titulo transacciona abaixo do par, ou é emitido abaixo do par, se a sua cotação ou preço de emissão for inferior ao "par", isto é, ao valor nominal. A expressão é mais usual para obrigações, onde o valor nominal possui algum significado, na medida em que é geralmente o valor do montante da obrigação, o qual tenderá a ser pago na sua maturidade. Nas acções o conceito perde significado, sendo pouco usual.
Absorção
Diz-se que uma empresa absorveu outra quando, na fusão entre as duas, a segunda (absorvida) é adquirida pela primeira, desaparecendo.
Acção
Parte ou fracção da propriedade ou do capital social de uma empresa, representada sob a forma de um título de capital. Só as sociedades anónimas têm o seu capital representado por acções.
Acção
Bolsa, são as expectativas de crescimento em relação à entidade emitente das acções que explicam que a respectiva "cotação" varie. Se investir em acções cotadas pode, portanto, ter uma expectativa de mais-valia resultante da diferença do preço das acções entre o momento em que as comprou e o momento em que decide vendê-las. Quando a entidade que emite as acções produz resultados suficientes pode haver distribuição de dividendos sendo este, pois, o rendimento básico associado às acções.
Acção 'High Flyer
Acção excessivamente valorizada e tremendamente especulativa que apresenta subidas abruptas em curtos períodos de tempo. Um exemplo histórico foram as acções tecnológicas, em 2000/2001, cujos negócios ainda não tinham mostrado qualquer resultado prático.
Acção agressiva (ou volátil)
Tipo de acções que normalmente apresentam flutuações maiores que o conjunto do mercado. Usualmente, são aquelas que possuem coeficientes Beta superiores a 1
Acção antiga
Denominam-se por acções antigas aquelas que existiam anteriormente à realização de um aumento do capital social da empresa
Acção ao Portador
É aquela cuja titularidade resulta da posse material do próprio título.
Acção Cíclica
Acção cujo valor é particularmente sensível às variações do estado geral da situação económica. Tende a evoluír com uma forte correlação em relação ao desenvolvimento da economia envolvente.
Acção Preferencial
Acções preferenciais são uma classe de acções que paga uma taxa pré-definida de dividendos acima do dividendo atribuído às acções ordinárias, e com preferência sobre estas relativamente ao pagamento de dividendos e à liquidação de activos. O dividendo preferencial é normalmente cumulativo, o que significa que se por qualquer razão não for pago, deverá ser adicionado ao dividendo do exercício seguinte. As acções preferenciais não conferem, habitualmente, o direito a voto. O não pagamento de dividendos durante um número de exercícios pré-estabelecido pode levar ao accionar de cláusulas que convertem as acções preferenciais em acções ordinárias, com todos os direitos destas (nomeadamente, o de voto). As acções preferenciais (preference share ou non voting share em inglês), são também conhecidas como papel de víúvas (widow stocks), constituindo uma categoria de acções que conferem direitos especiais ao seu titular, normalmente de carácter patrimonial, tais como o direito de satisfação prioritária a quinhoar nos lucros de exercício da empresa e o direito à quota de liquidação, em detrimento do direito de voto (controlo da sociedade). Normalmente não podem ser pagos dividendos às acções ordinárias sem antes terem sido satisfeitos os direitos do accionistas titulares de acções preferenciais.
Acções Ordinárias
Acções ordinárias são valores mobiliários representativos do capital social de uma sociedade anónima, que atribuem aos seus detentores (accionistas) uma parcela da propriedade da empresa e o direito de voto em Assembleia Geral. Os accionistas são remunerados quer através do pagamento de dividendos, em função dos lucros obtidos pela empresa e dependendo da política de distribuição dos mesmos, quer pela realização de mais-valias. Em caso de liquidação da empresa, todos os credores, obrigacionistas e detentores de acções preferenciais têm prioridade sobre os titulares de acções ordinárias.
Acções Próprias
Acções próprias (own shares) são acções emitidas por uma empresa, que esta recomprou no mercado. A recompra de acções tem várias consequências: 1.Diminui as acções emitidas em circulação; 2.Diminui a situação líquida; 3.Se forem canceladas, diminui as acções emitidas; 4.Diminui a caixa ou aumenta a dívida; 5.Se o earnings yield for superior à taxa a que a empresa aplica dinheiro (no caso de diminuir a caixa) ou se financia (no caso de aumentar a dívida), então a compra de acções próprias tenderá a aumentar o EPS e a diminuir o PER. Senão, terá o efeito contrário, diminuindo o EPS e aumentando o PER. As acções próprias tanto podem ser mantidas em carteira pela empresa, como podem ser canceladas, deixando de existir e diminuindo as acções emitidas dessa empresa.
Activo Subjacente
O Subjacente de um produto derivado, é um activo, conjunto de activos (basket), índice ou até outro derivado, de forma a que o valor do produto derivado depende das variações da cotação e cash flows do subjacente. Assim, numa opção para comprar PT a 10 Euros até 16 de Novembro de 2007, o subjacente é PT. Num warrant Put sobre o índice DAX a 5800 para 21 de Dezembro de 2007, o subjacente é a cotação do índice DAX, que por sua vez depende das cotações ponderadas de todos os seus constituintes. Também existem derivados cujo subjacente é outro derivado, por exemplo as opções sobre futuros de índices.
Activos sob Gestão
Os activos sob gestão, ou assets under management (AUM) referem-se ao montante colocado por investidores numa dada gestora de patrimónios, fundos de investimento, hedge funds ou fundos de pensões. São uma métrica importante na avaliação deste tipo de sociedades gestoras, pois existe uma quantidade de custos fixos apreciáveis na actividade (desde sistemas informáticos a imposições de reguladores), e o comissionamento (especialmente a comissão de gestão) tende a ser proporcional ao montante gerido. Ou seja, um aumento dos activos sob gestão tende a ter um impacto mais que proporcional sobre a rendibilidade da actividade de gestão.
ADR ( American Depositary Receipt)
são titulos negociáveis nas principais bolsas dos EUA representativos de acções de empresas estrangeiras, neste caso, fora dos EUA. Permitem assim o investimento em empresas que transacionam em mercados fora dos EUA e que são muitas vezes de dificil acesso ou cujas bolsas podem estar mesmo bloqueadas a investidores não nacionais desses países. Estes ttulos são negociados em dólares americanos e cada ADR equivale a uma fracção, um múltiplo ou uma acção "original" das que são transacionadas nos mercados fora dos EUA. E, tendo em conta essa proporçao, normalmente conferem os mesmos direitos das acções originais (dividendos, voto, etc) aos seus detentores.A principal diferença entre ADS e ADR está em que os ADS representam as acções em si próprias, ao passo que os ADR representam recibos sobre essas acções, detidas por um depositário estrangeiro. Para o investidor, porém, a questão é transparente e os direitos são iguais.
ADS (American Depositary Share)
são titulos negociáveis nas principais bolsas dos EUA representativos de parcelas do capital de empresas estrangeiras, neste caso, fora dos EUA.Permitem assim o investimento em empresas que transacionam em mercados fora dos EUA e que são muitas vezes de dificil acesso ou cujas bolsas podem estar mesmo bloqueadas a investidores não nacionais desses paises. Estes titulos são negociados em dólares americanos e cada ADS equivale a uma fracção, um múltiplo ou uma acção "original" das que são transacionadas nos mercados fora dos EUA. E, tendo em conta essa proporçao, normalmente conferem os mesmos direitos das acções originais (dividendos, voto, etc) aos seus detentores. A principal diferença entre ADS e ADR está em que os ADS representam as acções em si próprias, ao passo que os ADR representam recibos sobre essas acções, detidos por um depositário estrangeiro. Para o investidor, porém, a questão é transparente e os direitos são iguais.
Alavancagem
Alavancagem (leverage) significa investir mais do que a nossa capital próprio. Portanto, o termo designa o uso de vários instrumentos financeiros ou recursos de terceiros, tais como empréstimos de capital, com o intuito de aumentar o retorno potencial das operações financeiras, aumentado consequentemente também o seu risco. A alavancagem tem, portanto, um efeito ampliador tanto dos ganhos como das perdas. A alavancagem pode tomar a forma de um financiamento ou outro tipo de empréstimo, o qual é investido com a intenção de ganhar uma maior taxa de retorno do que o custo do juro desse financiamento ou empréstimo. Outra forma de alavancagem é a tomada de posições longas ou curtas através de instrumentos derivados, cuja dimensão no subjacente, o valor nocional da posição, é superior à que seria possível ter-se de forma directa no activo subjacente.
Análise Bolsista (Múltiplos de Mercado)
Técnica de previsão bolsista que se baseia, por um lado, nos dados financeiros publicados pelas empresas ou nas previsões de agentes especializados, e por outro, nos dados disponibilizados pelo mercado (nomeadamente cotações, lucros por acção ou dividendos), relacionando estes dados entre si, por forma a permitir uma correcta comparação com dados similares de outras empresas, para selecção das melhores. A análise fundamental e a análise bolsista têm muitas similaridades, sendo que a principal diferença reside no facto da segunda utilizar rácios (designados múltiplos de mercado) para poder efectuar comparações de empresas entre si. Os exemplos mais conhecidos deste tipo de rácios são o Price Earnings Ratio (PER), o Price Book Value (PBV) e o Price Cash Flow (PCF)
Análise de risco
Análise focalizada nos riscos a que um determinado negócio ou actividade económica possa estar exposto. Como exemplos, salientam-se o risco cambial, risco de taxa de juro, risco de liquidez, risco de contraparte. etc.
Análise de sensibilidade
Análise que procura estimar o grau de variação nos resultados de uma empresa, resultante de alterações nas variáveis mais relevantes que determinam o sucesso financeiro dessa empresa (ex: vendas). A realização de simulações diversas a este nível poderá ajudar a empresa na definição de estratégias e objectivos.
Análise financeira
Consiste no exame do Balanço e da Demonstração de Resultados de uma empresa, submetendo-os aos estudos mais críticos no sentido de avaliar a situação exacta da empresa, no campo financeiro, isto é, analisando a sua tesouraria, situação de devedores e credores, financiamento do seu imobilizado, os custos e proveitos, etc.
Análise fundamental
Processo de avaliação do valor de uma empresa e, consequentemente, do valor das suas acções, mediante a análise detalhada da sua situação económica e financeira actual (com base nos seus balanços patrimoniais e nas suas demonstrações de resultados e outros mapas financeiros) e previsão da situação futura (potencial crescimento), atendendo ao enquadramento macroeconómico em que se insere.
Análise técnica
Conjunto de técnicas e indicadores que procuram predizer as cotações da Bolsa com base na sua perspectiva histórica, tendo em conta outras variáveis como o volume, cotação das últimas sessões, evolução das cotações em períodos mais longos, capitalização bolsista, estudos de tendência de preço, etc.. Neste tipo de análise, avalia-se a existência da oferta e da procura, apoiada na construção de gráficos históricos de evolução das cotações, mas também em técnicas analíticas que permitem algum grau de previsão em relação às oscilações do título em Bolsa. Pode fazer-se análise técnica para acções, câmbios, futuros, opções, etc.
Ano Financeiro
Período no qual as empresas procedem à elaboração das suas contas. O ano financeiro pode, no entanto, não corresponder ao ano civil para efeitos contabilísticos. Em Portugal, verifica-se a coincidência entre ano financeiro e ano civil (entre 01.01 e 31.12). Existem outros países em que o ano financeiro/fiscal termina a 31.03 (ex: EUA)
Anuidade
Chama-se anuidade ao montante monetário a pagar ou a receber, cuja periodicidade para o acerto de contas é o ano.
Ao mercado
Uma ordem Ao melhor, ao mercado, ao preço de mercado ou market order é uma ordem para ser executada imediatamente aos preços vigentes no mercado no momento em que é recepcionada pelo broker/corretor. Assim, uma ordem de venda deverá ser imediatamente executada contra o melhor bid existente no mercado, e uma ordem de compra deverá ser imediatamente executada contra o melhor ask. Uma ordem ao melhor troca o custo de pagar o spread existente no mercado no momento em que é recebida, pela certeza de execução. É um tipo de ordem perigosa em mercados rápidos em que as cotações se movem muito rapidamente e os spreads alargam substancialmente. Por outro lado, dá a certeza de ser executada.
Ao par
Expressão relativa à cotação de um título (acção ou obrigação), quando aquela é igual ao valor nominal do mesmo. Também se diz que uma obrigação foi emitida ao par quando o seu valor de subscrição é igual ao seu valor nominal.
Aplicação de risco
Aplicações em activos de rendimento variável que, à partida, não garantem nenhum rendimento mínimo, nem asseguram o retorno do capital investido. Ao capital de risco está sempre associado um certo grau de incerteza. Em compensação, no caso de sucesso da aplicação, a sua rendibilidade poderá ser muitíssimo superior à das aplicações de capital em activos mais conservadores (de menor risco e de baixa - mas garantida - rendibilidade - é o caso dos certificados de aforro e dos depósitos a prazo nos bancos). Encontram-se na categoria de capital de risco as aplicações em acções, as participações de capital em empresas e os financiamentos e investimentos no apoio a novas empresas ou a sectores da actividade económica de vanguarda, com o objectivo de obtenção de um elevado retorno desses investimentos
Arbitragem
Uma arbitragem (arbitrage) é uma operação de compra e venda de activos cujos preços estão correlacionados, com o objectivo de aproveitar desequilíbrios temporários nos preços. Por exemplo, quando uma mesma acção é cotada em dois mercados distintos, uma arbitragem consiste em comprá-la no mercado em que a cotação é mais baixa e imediatamente vendê-la no mercado em que a cotação é mais alta. Quando a diferença de preços entre as duas transacções é superior aos custos totais da operação, a arbitragem resulta num lucro isento de risco. As operações de arbitragem tendem a anular desequilíbrios no preço de activos correlacionados, resultando num aumento da eficiência dos mercados.
Área de Acumulação
Intervalo de variação das cotações de um título em que os compradores vão acumulando acções de uma empresa. Estas zonas são detectadas normalmente, pela criação de suportes abaixo do qual as cotações não descem. O indicador On-Balance Volume é muito utilizado para confirmação deste tipo de análise.
Área de Congestão
Consiste numa série de dias de negociação em que uma determinada cotação não regista progressos relevantes, nem no sentido da subida, nem no sentido da descida.
Ask
Um Offer, Ask ou Oferta, é um preço de venda, ou seja, o preço ao qual alguém está disposto a vender um determinado activo.
At-the-money
At-the-money (ATM), indica que o preço do activo subjacente de um determinado produto derivado (por exemplo, warrants ou opções) é igual ou próximo do preço de exercício. Assim, se um activo X está a negociar a 15, então a opção/warrant sobre esse activo com o preço de exercício a 15 estará "at-the-money".
Aumento de Capital
Um Aumento de capital consiste em tomar medidas que aumentam o Capital social de uma empresa, o que pode ser feito de duas formas:                                                                                                     
1.por subscrição de novas acções, em que os accionistas compram novas acções emitidas pela empresa, e o produto dessa venda vai reforçar o capital social da empresa;
2.por incorporação de reservas, em que as reservas da empresa, vindas de resultados positivos no passado, são utilizadas para reforçar a conta de Capital social da empresa. Este tipo de aumento de capital também leva à emissão de novas acções que são distribuídas pelos accionistas já existentes sem encargos para estes.  Apenas o aumento de capital por subscrição leva à entrada de dinheiro fresco na empresa, e apenas este aumenta o Capital próprio da empresa e respectiva solvabilidade, o aumento por incorporação de reservas é uma mera manobra contabilística sem impacto no valor ou solvabilidade da empresa.
Autofinanciamento
Financiamento com recurso a capitais gerados pela própria empresa no decurso da sua actividade, isto é, através dos resultados líquidos obtidos. O autofinanciamento evita o recurso a capitais alheios, onerosos, bem como, o recurso a incrementos de capital por parte dos seus sócios ou accionistas de modo a poupar o esforço financeiro dos mesmos. O inconveniente desta estratégia é a distribuição dos lucros aos detentores de capital ser mais reduzida (menor remuneração do capital).
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